Leitura antes do código
Nenhum projeto começa sem três semanas de escuta. Diagnóstico vem antes de proposta — sempre.
Somos uma casa pequena, deliberadamente. Acreditamos que software é um ofício antes de ser um produto, e que cuidado e prazo não estão em lados opostos da mesa.
A SensoClaro nasceu numa sala emprestada da Rua Augusta, em maio de 2016. Henrique e Marina, então ex-colegas de uma fintech paulistana, queriam testar uma hipótese simples: que era possível construir software corporativo no Brasil com a mesma calma de uma editora antiga, sem sacrificar prazo nem ambição.
Dez anos depois, ainda somos uma casa pequena. Cinco engenheiros sêniores, três sócios, e um princípio que não mudou: cada projeto é conduzido por alguém que o assina do primeiro dia ao último. Não terceirizamos as conversas difíceis nem distribuímos a responsabilidade.
Atendemos cerca de oito clientes por ano, escolhidos por afinidade técnica e franqueza contratual. Trabalhamos majoritariamente com fintechs reguladas, cooperativas, redes de saúde e plataformas de educação — instituições onde a tecnologia precisa durar mais do que uma rodada.
O nome vem da expressão portuguesa senso claro, próxima de bom senso: a qualidade rara, em engenharia, de saber distinguir o que importa do que apenas brilha. É essa qualidade que tentamos cultivar em cada decisão, em cada commit, em cada conversa com clientes.
Ver serviçosPreferimos um sistema sóbrio que envelhece com graça a uma plataforma brilhante que precisa ser refeita em três anos.
Não são regras imutáveis — são leituras feitas ao longo de uma década, registradas para que cada nova pessoa do atelier saiba o terreno em que pisa.
Nenhum projeto começa sem três semanas de escuta. Diagnóstico vem antes de proposta — sempre.
Toda escolha arquitetural relevante vira um ADR público interno. Daqui a cinco anos alguém precisará entender por quê.
Preferimos uma fatia mínima funcionando em três semanas a uma especificação completa em três meses.
Escolhemos ferramentas que terão suporte daqui a uma década. Modas custam caro a quem mantém.
O sucesso é a equipe interna conseguir tocar o sistema sozinha. Mentoria assistida está em todo contrato.
Cobramos por ciclo, não por hora. O que acordamos no início é o que aparece na nota fiscal no fim.
Atendemos cerca de oito projetos por ano. Recusar trabalho é parte do ofício.
Não publicamos cases sem autorização escrita. A confidencialidade do cliente vem antes da nossa vitrine.
Os três fundadores conduzem pessoalmente todos os projetos. Não há gerentes intermediários — o sócio responsável é o ponto de contato, da primeira conversa ao último handover.
Sócio · Arquitetura
Engenheiro de sistemas distribuídos há quinze anos. Antes de fundar a SensoClaro, foi engenheiro principal numa fintech listada em bolsa e manteve por seis anos uma cadeira de Engenharia de Software na Escola Politécnica.
Sócia · Produto & Dados
Estatística pela UFMG, com passagem por uma cooperativa de crédito do interior de Minas e por uma plataforma de educação aberta. Conduz na SensoClaro os trabalhos de plataforma de produto e arquitetura analítica.
Sócio · Operação
Engenheiro de infraestrutura formado pela Unicamp, com onze anos em ambientes regulados. Antes da SensoClaro, conduziu a plataforma de uma rede de saúde com mais de cem unidades pelo Sul e Sudeste do Brasil.
Recebemos clientes pessoalmente em nosso atelier no corredor da Augusta, ou por chamada de vídeo, conforme a sua preferência. A primeira conversa dura meia hora e é, sempre, de leitura.
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